domingo, 6 de novembro de 2011

Falando de amor

"Eu podia ser a ternura
Sem desejo, beijo, nem sexo
Ser somente a estória mais pura
Mas eu tô falando de amor."


Experimentei seu amor em gestos tão pequenos que falavam por si só. Dormi com suas mãos tocando levemente meu rosto e acordei no meio da noite ouvindo você dizendo que me ama enquanto dormia. Beijei seu sorriso, te fiz rir com cócegas e até lutei com você, com luvas de boxe e tudo.
Senti seu corpo em todos os estágios de um dia inteiro: quentinho ao acordar, cheirando almoço, suado depois da corrida, cheiroso e fresquinho saído do banho e de novo quentinho ao dormir.
Senti você disposto, eufórico, romântico, exausto e provocante.

Seus olhos me sorriram, me beijaram, me desejaram. Os seus olhos fizeram comigo algo que não sei definir. Foi um tanto viciante.

Tudo isso em míseros quatro dias. Me dá a vida toda?

Em meio a essa abstinência de você, eu peço socorro ao mundo dos sonhos. Vou procurar teu cheiro perdido no meu travesseiro. Até logo.

Nenhum comentário:

Postar um comentário